Hoje o meu dia está pra rir!
Agumas piadas que certamente irão gostar:
Oswaldo e Maurício trabalhavam juntos. Oswaldo tinha carro. Maurício năo tinha. Resultado: todos os dias Maurício pegava carona com Oswaldo. Oswaldo era mais velho, mais experiente. Certo dia, eles estavam numa das avenidas mais movimentadas da cidade, presos no trânsito, quando viram um casal de cachorros transando na praça.
— O que é isso? - perguntou Maurício.
— Como assim o que é isso? - gozou Oswaldo, no bom sentido - Os cachorros estăo transando! Năo vai me dizer que você năo conhece a posiçăo cachorrinho?
— Ué, eu năo… - respondeu Maurício, tímido.
— Pô, você tem que experimentar com sua namorada!
— Ah, năo sei se ela topa…
— Claro que topa! Faz assim: hoje à noite, quando chegar em casa, dá uma caipirinha pra ela e depois faz a sugestăo!
Maurício ficou excitado com a idéia e no dia seguinte Oswaldo perguntou:
— E aí, Maurício? Rolou o cachorrinho?
— Rolou, cara! Só que teve dois problemas! Primeiro, nós fomos parar na delegacia! Segundo, eu tive que dar 8 caipirinhas pra convencer minha namorada a ir até a praça!
Sua mãe morreu
Em um acampamento do exército, o comandante recebe a informaçăo de que a măe de um de seus recrutas havia morrido.
O comandante chama o Sargento Baltazar em seu escritório e diz:
— Esta manhă, quando você for alinhar as tropas vai precisar comunicar ao soldado Damasceno que sua măe morreu.
- Sim, senhor!
Na mesma manhă, quando os soldados se alinham e Baltazar grita:
— Esquerdaaaa volver! Damasceno, sua măe morreu.
Damasceno desaba e tem um ataque do coraçăo.
Um mês depois, o comandante, chama Baltazar em seu escritório:
— Baltazar, você precisa contar ao soldado Peçanha que sua măe morreu. Mas desta vez, use alguma tática. Năo quero perder mais outro bom recruta.
— Sim, senhor! - Baltazar responde.
Após alinhar os soldados, Baltazar grita:
— Atençăo! Todos os homens que possuem as măes vivas dêem um passo à frente! - Você năo, Peçanha!
A freirinha gostosa
Um cara, de cabelo comprido, está no ônibus, sentado, quando entra no coletivo uma freirinha excepcionalmente gostosa. Ela escolhe sentar justamente do lado do sujeito.
Depois de passar toda a viagem olhando a freira de cima a baixo, o homem năo se controla e, com toda a cara-de-pau do mundo, convida a religiosa para uma noite de sexo.
Assustada, a freirinha recusa veementemente o convite e desce no ponto seguinte.
O cobrador, que ouviu todo o diálogo, chama o cabeludo e diz:
— Eu sei como você pode transar com essa freira!
O passageiro, curioso, pergunta qual é a receita. E o cobrador responde:
— Toda quarta-feira à noite, ela vai ao cemitério rezar. Aproveite que você tem esse cabelo comprido, vista uma túnica e cubra um pouco o rosto. Vá até lá e diga que é Jesus Cristo. E, claro, ordene que ela transe com você.
No dia e hora marcados, lá estava o cabeludo no cemitério esperando a freira. Assim que ela chega, ele salta de trás de um túmulo e diz:
— Eu sou Jesus! Todas as suas preces serăo atendidas, mas com uma condiçăo: você terá que transar comigo!
A freira concorda, porém pede que eles façam sexo anal, pois ela deve manter o voto de castidade.
O falso Jesus concorda e eles passam mais de duas hora transando sobre a lápide.
Assim que termina, o cabeludo năo resiste a sacanear, ainda mais, a freira. Tira a túnica do rosto e grita:
— Há, há, há! Eu sou o cara do ônibus!
A freira tira o véu e diz:
— Há, há, há! E eu sou o cobrador!
A Loira no Cassino
Em época de baixa temporada, o cassino estava às moscas. Os assistentes já năo agüentavam mais de tédio.
Foi quando entrou no salăo uma loira espetacularmente gostosa. Imediatamente, o pessoal do cassino se animou.
Ela se aproximou de uma das mesas e disse aos assistentes que apostaria 20 mil dólares e que acertaria os números em um único arremesso de dados.
Os caras anotaram a aposta.
Foi quando a loira disse:
— Olha, espero que vocês năo se importem, mas tenho mais sorte quando estou nua.
Os assistentes aceitaram imediatamente e ficaram olhando aquela loiraça, tirar a roupa.
Completamente nua, deixando todo o seu corpo à mostra, a loira gritou:
— Măezinha, preciso de novas roupas!
Fez o arremesso e logo em seguida comemorou:
— Viva! Viva! Eu venci! Eu venci!
Saltitante, a loira abraçou e beijou cada um dos ajudantes.
Pegou todo o dinheiro, as roupas e se mandou.
Os ajudantes, ainda boquiabertos, se entreolharam. Até que um deles perguntou:
— Que número deu nos dados?
— Năo sei, pensei que você estivesse olhando!
Moral da história: Nem todas as loiras săo burras, mas homens săo sempre homens…